sexta-feira, 16 de março de 2012

As Lições da Girafa: não prossegui com o post pois já era 4:00 h da manhã e o sono tava nocauteando - me. Ela poderia como em alguns casos da ficção e da vida real, revoltar - se; ficar de mal com o mundo e vingar - se dele. Mas a Ana fez exatamente o contrário : tornou - se um ser amoroso e sábio; pela cena que eu assisti, entendeu e até perdoou o irmão. A luta dela à exemplo de muitas "Ana Girafas" da vida real é justa; legítima: a Ana está lutando para ser reconhecida pela mãe, que a rejeitou; reclama o seu nome na certidão de nascimento, reclama sim, e com toda razão por parte de seu espólio; pois por falta dele teve uma vida dura. Se compartilhasse de uma família comum como qualquer mortal, sua vida, suas chances de realizar sonhos por ela codificados de "impossíveis" seriam maiores. Família "convencional", falei. Pois se dependesse da apresentada pelo Miguel, seria, ou foi melhor a Ana ter sido criada pelo "mundo" pois o "mundo" desempenhou o papel de mãe para Ana, bem melhor do quê o que seria desempenhado pela Maruschka. Portando, as referências de conduta que a Girafa recebeu do Mundo, foram melhores do que as recebidas pelo Rubinho. Viram só:  o Mundo tem duas faces; quando quer é generoso com os seus filhos! A Ana é uma "mulher" de sorte!

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