Oi, gente!!! Boa madrugada a todos!
... Angustiada com o desaparecimento do avião na Malásia,... Enquanto houver dúvidas e incertezas, há esperança num milagre. Acredite!
Vou ver se eu consigo fechar o assunto "Carnaval 2014".
No post anterior, comentei; teci uma teoria de que um lugar só prospera; valoriza - se, se as pessoas que moram; residem nele valorizarem - se também. Usei o carnaval e o futebol como exemplo.
O Brasil, gente, é o quinto maior País do Mundo em termos de território ( quase 8 milhões e meio de k2 ); tem 27 Estados ( UF - Unidade de Federação ); a maioria desses Estados, correspondem em tamanho à um país europeu ou até asiático e quase o tamanho de um da Oceania ( apesar da crise mundial, grande parte desses países, possuem os maiores IDH's - Índice de Desenvolvimento Humano - do Mundo; quer dizer: neles, os impostos são mais bem aplicados. Os índices de corrupção são bem menores do que os daqui. Os de analfabetismo também. Lá, o trânsito flui bem melhor; pois há projetos de mobilidade urbana. Eles pensaram o País; a realidade de nossos dias há quase meio século. Enquanto nós, estamos engatinhando. Ainda pensando no trem - bala, por causa da Copa e Olimpíada. Detalhe: nem saiu do papel. E nem sei se sairá. A prometidas obras de mobilidade para a Copa; boa parte delas estarão prontas no final do ano. Detalhe: a Copa será em junho... ). O que quero dizer com isto? Que uma das causas de nossa crise; de sempre dependermos da economia lá de fora ou de seus acontecimentos, para que a nossa bolsa não caia, para que o Banco Central não intervenha no mercado do dólar, é que cometemos um erro secular; o de não investir em nós mesmos; no nosso mercado interno. O brasileiro tem mania de sempre importar o melhor produto e deixar o resto ou o defeituoso pra gente. O brasileiro não valoriza - se e nem tampouco os seus compatriotas. Os exploram. Enquanto o brasileiro não aprender a valorizar - se, este país vai "brincar" de prosperar; mas não prosperará de verdade.
Quando falo valorizar - se, não falo em virarmos "xenófobos", como muitos o fazem Mundo a fora, quando o País em que moram, é acometido de uma crise econômica. Quando falo em valorizar, refiro - me em valorizar o consumidor ( trata - lo igualmente; independente da nacionalidade, classe social, cor, religião, opção sexual, time,... ), o cidadão, o eleitor, o ser humano; ser vivo. Valorizar o lugar onde moramos, sem precisar ser hostil com os de fora. Por que? Cadê a "educação"? Escutar e porque não, valorizar as coisas de lá de fora. E por que não? Estamos nos expandindo! Acrescentando conhecimento e cultura para nós mesmos. Necessitamos valorizar e compreender o lugar onde moramos para abrir os nossos horizontes; trocar energias, ideias com os nossos vizinhos. Do mesmo jeito que nós nos interessamos em conhecer algo novo, os nossos vizinhos também são dotados de tal curiosidade. E a Copa que avizinha - se, dará esse exemplo. Tem muitos vizinhos - estrangeiros que virão para cá não apenas para assistir os jogos ou provar caipirinha; virão com vontade de conhecer, de fato, o Brasil. Não o que ele já viu em folhetos nas agências de turismo ou nas novelas ou filmes. Eles querem conhecer o outro Brasil. Aquele que teima em esconder - se. Aquele que tem que ser cutucado para valorizar - se. Desde a economia, educação, saúde, segurança, saneamento básico, agricultura, mobilidade urbana, infra - estrutura,... até a preservação de nossos costumes; aqueles deixados por nossos ancestrais. Se todos os costumes, manifestações culturais fossem de fato preservados pelo Poder Público e Iniciativa Privada, não teríamos, por exemplo, a ausência da "Catedráticos do Ritmo" no "Carnaval Tradição" em 2014. Se de fato acordássemos, teríamos uma indústria do carnaval, do esporte, da moda,... e iríamos abrir um baita mercado de trabalho para milhares de cidadãos que estão fora dele. Pensem nisso.
Besitos!!!
Nenhum comentário:
Postar um comentário