terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Os Achados da Toin oin oin
Desde a semana passada que eu estou incursionando pelo centro da cidade; mas precisamente, pelos hospitais: fui receber os resultados de alguns exames que fiz. A minha primeira parada foi no São Vicente de Paula, na João Machado.Na verdade fui tentar resgatar ou receber o resultado de um antigo exame ( mea culpa! ).O bichinho não existe mais; também pudera! Mas Manizinha não saiu de mãos abanando; pois ela descobriu beleza naquele prédio antigo. A encaminharam para o arquivo; e este, localiza - se no porão. No decorrer do percurso, olhei atentamente, cada detalhe daquele hospital: suas paredes altíssimas; suas passagens amplas, portas trabalhadas,... suas colunas... seu harmonioso jardim aberto no meio do prédio... curioso, não era a Mani paciente que encontrava - se naquele momento no Hospital São Vicente de Paula; era a Mani "carente"; carente de visitar museus. Falta - me tempo. Mas como sou capricorniana e na soma da data do meu nascimento o resultante é "três", eu fiz daquele limão uma limonada, quer dizer transformei, por alguns instantes o hospital no museu. E deu certo, Mani? Deu, minha criança. Manizinha voltou no tempo, recordou do Colégio de Freiras onde estudou na infância; a arquitetura é semelhante. Passou um filme mais que legal na cabeça da Manizinha. Manizinha desceu no arquivo do hospital e ficou encantada : recuperaram todo o espaço; parte da parede, se não, engano - me, é de tinta branca.A outra, azulejo da mesma cor. As janelas, que na verdade, são arcos ( sabe aqueles filmes de época em que você entra nos porões de um castelo procurando tesouro? Senti - me assim! Sabe aquelas passagens enormes em forma de arco ou cúpula que dividem ambientes? São as janelas. ), acho que são envidraçadas, mas não acortinadas. Dá pra ver o pessoal trabalhar. O toque atual fica por tudo o que é atual; como as portas por exemplo! Mani, que viagem da porra é essa, hein?! Que foi que você andou tomando?! Nada, minha linda criança! É Mani que é estranha; gosta de ver o diferente nas coisas que são codificadas de "normais".
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