Bom dia, meu povo!!!
Em Johnny People são exatamente 11:35.
Tempo e Clima no "Sublime Torrão": bom.
Djs de penas: cantantes.
Menu de hoje:
Vamos continuar falando de Televisão:
Eu navego pra caramba na Internet e quando eu compro qualquer pacote de telefonia móvel e afins, compro com intenção de usa - la. Eu a uso mais do que todos os outros serviços que ele ofereça. E acho que eu posso porque estou pagando para tanto; portanto, não é crime até a segunda ordem.
E como estou viciada em Internet ( mas vou policiar - me quanto a isso; reduzir futuramente as minhas incursões na "grande rede". Existe uma vida fora dela, gente: é a que vivemos. E se você não cuidar - se será engolido por ela; pelo fascínio e toda sorte de serviços e informações que ela oferece. O certo é usar a Internet de uma forma racional; sem exageros ), eu acesso toda a sorte de sites nos mais diversos segmentos; tanto que sempre que posso, quando garimpo alguma coisa interessante, divido o achado com vocês. Entre um achado e outro, leio artigos e neles declarações; comentários sobre a qualidade da programação dos meios de comunicação e seu dia a dia. No tocante à TV, em alguns casos fala - se que é necessário a venda de horários para as Igrejas ( principalmente, as evangélicas ) pois engorda a receita das emissoras e ajuda a pagar os salários dos funcionários. Bom, até aí entende - se a necessidade. Mas na minha modesta opinião, uma ou duas horas por dia é o suficiente. Agora, você praticamente ceder boa parte da programação, francamente pra mim, carece uma certa reflexão; questionamento. Pois eu acho interessante que a TV seja atrativa; ofereça um leque por demais variado de programação para o seu público. Se você é um empresário, executivo de empresas que atuem nos meios de comunicação, com certeza o seu objetivo é crescer no ramo. E como cresce - se? Investindo na programação; sendo ousado e gerando receita própria com ela para investir e progredir cada vez mais. Investindo ( já falei aqui, no Facebook ) nos profissionais novos que saem das faculdades ( pois eles estão muitos entusiasmados em mostrar trabalho e com muitas ideias na caixola ), nos veteranos que estão desempregados. Conversem com eles, argumentem que no momento, vocês são uma empresa modesta, mas com um objetivo comum a todas, que é crescer no ramo. Negociem as remunerações, paguem um montante que corresponda com a realidade financeira de vocês. Pois quem quer trabalhar e precisa pagar conta de água e luz; colocar arroz e feijão na mesa, quando a "onça tá bebendo água", não olha para salário gordo; astronômico. Nem para o tamanho da emissora. Quer mais é trabalhar dignamente; estar incluso no mercado de trabalho. Se todos vestirem a camisa da emissora, ela crescerá e seus salários também, respectivamente. Foi assim com a TV Rio, hoje Globo; com o SBT, com a Record, Band,... Nas extintas Tupi e Manchete. Eu fui testemunha ( obviamente como telespectadora ), do processo de evolução da Manchete na época do saudoso Adolpho Bloch. Todos os programas não tinham obviamente a estrutura cenográfica da Globo, mas dentro da realidade; da capacidade de momento, eram caprichados;simples; elegantes e atraíam toda a sorte de público. Pois tinham a cereja do bolo de qualquer programa, que é o "conteúdo"; bom conteúdo. Um programa simples, mas de qualidade. É justamente o que sinto falta na TV aberta ( não querendo como sempre ser injusta; pecar no que dez respeito à generalização da coisa. Tem sim, bons programas na TV aberta; mas se você for fazer um apanhado, constatará que em se tratando do que poderíamos esperar em todo o universo que ela abrange, fica a desejar; há um déficit de bons programas no seu menu de programação ). Por que?
1 - Porque os executivos justamente veredam pelo lado da "praticidade" e não investem em ideias. É mais interessante "encher linguiça" com o que tem, do que apostar no novo. Geralmente, programas com fórmulas duvidosas, vencidas. Se contentam com 1/2 traço no IBOPE. Vendem como já falei, boa parte de seus horários para as Igrejas ( em geral, evangélicas ), telemarketing; shopping eletronico, televendas,... Preferem investir em ideias da turminha lá de fora do que prestigiar a prata da casa ( já falei em posts antigos que não tenho nada contra franquias de programas estrangeiros. Só questiono justamente o "exagero" deles ). O meu saquinho por exemplo, já pipocou quando o assunto é o tal do "reality... show".
2 - Os evangélicos e até católicos com muita determinação nos ensinam com as suas trajetórias nos meios de comunicação. Principalmente os evangélicos. Boa parte do crescimento da religião e o surgimento das mais variadas designações do segmento, deu - se justamente porque investiram em mídia. Toda a sorte; desde a TV, rádio, imprensa impressa, Internet e por aí vai,... E eu acompanhei. Desde os jurássicos fins dos anos 70 e início dos anos 80. Quem lembra do Pastor americano "Rex Rumbard"? Todo o domingo de manhã tinha programa dele. Dele e toda a família. E os da Universal do Reino de Deus? Começaram bem simples e modestos; e hoje, Edir Macedo é um magnata das comunicações; dono das Organizações Record. E seu exemplo foi seguido por outros líderes das Igrejas Evangélicas que hoje também já são proprietários de seus Sistemas de Comunicação. E acho interessante que os tenham e ofereçam uma programação própria para os seus seguidores; fiéis. E na TV aberta, porque não? Do mesmo jeito que eu estou lutando para o sinal ( pelo menos aqui, em João Pessoa ) da TV Brasil voltar à TV aberta ( seu lugar de origem, já que segundo as suas vinhetas, antes de sair do ar por aqui, proclamavam que era "pública", portanto "nossa" ); um pleito mais do que justo, também acho justo que toda a sorte de seguimentos tenham a mídia própria; os meios de comunicação com uma programação dirigida ao seu público. Desde católicos até evangélicos e porque não os espíritas, budistas, candomblecistas,... Esse é um país democrático, laico, plural,... místico,... e tem lugar pra todo mundo. Quanto mais empresas tiverem, o mercado de trabalho torna - se mais abrangente; e por conseguinte, diminuirá o número de desempregados.
Pensem nisso,...
Beijos!!!
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