domingo, 27 de maio de 2012

Boa tarde de domingo para todos! Pelo menos em Johnny People, chuvosa.

Vou começar a minha conversa, fazendo um pedido encarecido a um perfil que está seguido - me no Twitter: "Querido, eu já falei há alguns twittes, que eu não sou santa e que a Internet, é um território de livre expressão; mas de acordo com o perfil que se tem, é necessário usar de bom censo. O meu por exemplo, como não segue perfis em sua grandessíssima maioria de conteúdo considerado "pornográfico", tem, creio eu, um acesso considerável de pessoas que não curtem tal conteúdo e de crianças, que poderiam serem os seus filhos e os filhos dos próximos. Eu não estou propondo um unfollow da parte de vocês; apenas estou propondo "discrição", ok?! Já comentei aqui no blog e no Twitter, que alguns perfis, nos quais eu sigo, já retwittaram - me conteúdos considerados "picantes"; eu simplesmente os olhei, ri; brinquei e excitei - me. Por que não??? Mas, como uma senhora de 41 anos, que poderia ser mãe ( mas infelizmente não é ), usei e sempre procuro usar do bom censo, de não torna - lo acessível à faixas etárias com idade na qual, esse material é expressamente inadequado. Do fundo do meu coração, isso não é uma "censura"; é apenas um pedido de "bom censo"! O meu cafofo, como falei logo no início da minha incursão em redes sociais, tem lugar pra todo mundo: pra comportada, pra danada, pro religioso, pro ateu, pro gay, pro hétero, pro bi ... Somos adultos, gente! Dá muito bem para vender o nosso peixe de uma forma "responsável". Dá muito bem para toda forma de pensamento se avizinhar na redes sociais. O fato de uma filosofia ou uma forma de pensamento divergir do outro, não nos torna "inimigos". Nos torna apenas pessoas sociáveis, que tem como diferencial, a "divergência" de tais.
Uma profissional do sexo ou ator, atriz pornô, pode muito bem ter o seu perfil, trocar ideias como todo mundo na rede e até vender o seu "peixe" ( tem público pra isso! Se não tivesse, a profissão já seria extinta. Aliás, sou a favor da regulamentação dela. Para o bem do próprio profissional e para o nosso, que não correremos mais o risco de ver cenas inapropriadas em via pública e até compartilha - las com os pequenos e meio que sem jeito, ter que explica - las a eles ). Sigam o exemplo das publicações adultas mais conceituadas. Elas divulgam o seu material, mas usam de muita parcimônia ao faze - lo. É assim, conseguimos construir uma Internet inteligente, livre e com conteúdos compartilhados de uma forma responsável para os mais diversos segmentos e faixas etárias apropriadas. Pensem nisso!


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